domingo, 11 de março de 2018

Projetos viram política nas mãos de oposição e situação.



Em mais uma reunião na Câmara dos vereadores na Casa Gadibete Cirilo de Carvalho, o que não faltou foram assuntos polêmicos e acusações.  Ao iniciar a sessão o vereador Weslley Carvalho fez um requerimento verbal e pediu ainda que o requerimento fosse revertido em uma denúncia ao Ministério Público contra o atual Prefeito, que segundo Weslley Carvalho o atual gestor estaria recebendo o salário de prefeito e de professor na Universidade Federal da Paraíba. Em seguida o secretário pediu ao vereador Weslley Carvalho que apresentasse os documentos que comprovem a sua denúncia evitando assim tumultos.

Dando seguimento a sessão, foi apresentado um requerimento do vereador João Batista Sampaio solicitando o calçamento da rua que vai do posto de saúde à igreja no Sítio Riacho do Meio. Em debate sobre o requerimento os vereadores parabenizaram o colega João Batista Sampaio pela atitude e a importância do calçamento, o requerimento foi colocado em votação e aprovado por unanimidade.

Usando a tribuna os vereadores discutiram a forma como o projeto de Lei que libera os terrenos para construções, para a oposição o projeto de Lei apresentado acaba prejudicando as pessoas que foram beneficiadas, já para a situação a Lei apenas irá regularizar as doações dos lotes, já que para a gestão atual algumas pessoas receberam esses terrenos de forma irregular, ou seja, sem se enquadrar nos critérios da Lei.

Após os vereadores debaterem sobre o projeto da Lei Do Programa Bolsa de Assistência Social Municipal, onde todos os vereadores da oposição ( Chico Furtado, Júnior Carvalho, João De Zé De Chico, Weslley Carvalho e Zezinho Simoa) votaram contra e reprovaram o projeto, já que a maioria agora é oposição, portanto essa reprovação acabou prejudicando assim 350 famílias do município, pois segundo o primeiro secretário com a reprovação do projeto, o programa das bolsa ficará suspenso devido a Prefeitura não ter recursos para pagar o valor do antigo projeto que era de no máximo 400 reais.

Na parte final da sessão foi colocada a Lei de regulamentação dos terrenos em discussão para que os parlamentares fizessem suas colocações sobre o referido projeto. Devido a maior parte dos vereadores ter discutido sobre o assunto acabou ultrapassando o horário da sessão fazendo com que o presidente da Câmara João Batista Sampaio tomasse a atitude de encerrar a sessão, o que causou revolta por parte de várias beneficiários dos terrenos e da oposição que estava disposta a votar contra a Lei de liberação dos terrenos.










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