domingo, 30 de setembro de 2018

Vereador desmente boato que bancada de situação iria prejudicar professores municipais



Devido os boatos que surgiram ontem durante a sessão, nossa equipe buscou informações para tranquilizarem os professores que são funcionários públicos municipais. Entramos em contato com um dos vereadores da situação e também procuramos saber o que realmente aconteceu de fato para que os vereadores da situação se ausentassem da sessão.

Após enviarmos uma mensagem em uma rede social para um vereador ele nos retornou através de uma mensagem de texto em que outro vereador tinha lhe enviado explicando o que realmente aconteceu e por esse motivo resolvemos levar essa informação para o público, pois achamos que é de muita importância para os professores que se encontravam preocupados com os boatos apresentados gerando uma repercussão negativa no município e nas redes sociais.

Desde já explicaremos que não estamos atrás de como diz o ditado popular conhecido em nosso sertão que é de “leva e traz” estamos apenas buscando entender e repassar um assunto muito importante para a coletividade, pois muitos pais e mães de família são professores e responsáveis pela educação das crianças existentes em nossa cidade.

Para que não aja mais boatos vamos dá um recorte da mensagem enviada e anexar a baixo da matéria, vamos apenas comentar alguns pontos que achamos necessário, pois, notícias públicas que visam a coletividade devem ser debatidas e discutidas para que possamos esclarecer o que está acontecendo com a educação e de certa forma com a política por ter envolvimento com o poder legislativo municipal.  

Na mensagem o vereador Ruguismar (Dêda) fala que teve uma pessoa que de forma irresponsável e sem o mínimo de respeito aos professores espalhou uma notícia no sentido de que os vereadores iriam votar um projeto para prejudicar a categoria, ainda comentou que podia garantir que na câmara não existiria nenhuma matéria cuja o interessado seja a classe dos professores, porque nem o PCCR (Plano de Cargo, Carreira e Remuneração) nem ajustado teria sido ainda e seria necessário outras reuniões com os professores, representantes da câmara municipal e do sindicato para debater esse PCCR, ainda citou que o que aconteceu era de fazer vergonha pois aterrorizar profissionais da educação com tamanha mentira.

O vereador falou que o mais grave teria sido que alguém havia espalhado que os vereadores da situação tinham se ausentado para votar a matéria escondidos, pois como muitos sabem que toda matéria existente na câmara só e somente só, será votada no plenário da mesma, não existindo outra possibilidade, ou seja, qualquer matéria que dependa da aprovação dos vereadores primeiro tem que ser apresentada no plenário e depois levada para as comissões para ser analisada pelos vereadores e decidir da constitucionalidade e caso necessário pelas comissões de economia, finanças, cultura e educação, e o mais importante é que cada comissão existe a participação das bancadas tanto da oposição como da situação, desta forma, resumindo não teria como os vereadores da situação conseguirem fazer tudo isso sozinhos como foi abordado (ou seja, matéria que não seja deliberada pela casa não tem valor constitucional).

Veja a seguir o print da conversa enviada pelo vereador Mano que foi escrito pelo vereador Ruguismar (Dêda) esclarecendo todo o mal entendido.






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